quarta-feira, 28 de julho de 2010

A importância de colorir.


Colorir:qual sua importância?
Colorir desenhos é uma atividade tão natural para as crianças como dormir e chorar. Muito mais do que formas aleatórias, colorações monocromáticas ou rabiscos quase ilegíveis, o ato de colorir é extremamente importante nos artistas de palmo e meio, incentivando o desenvolvimento de várias e essenciais capacidades.
Expressão pessoal:
Desenhar e colorir são formas de expressão pessoal por excelência das crianças, que nem sempre conseguem exprimir-se adequadamente através da fala ou da escrita. Vários estudos já comprovaram que é bastante fácil perceber o que alguém está sentindo através das imagens que desenha ou das cores que utiliza para colorir. Por exemplo, uma criança que desenha facas, pistolas, caveiras ou outros objetos perturbantes pode estar pedindo ajuda. Por outro lado, uma criança que desenha o sol, passarinhos, corações ou outros objetos alegres, pode estar expressando o seu contentamento. É um exercício excelente para desenvolver personalidades e deixar a criatividade fluir!
Identificação das cores:
A maioria das crianças tem a sua primeira (e muitas vezes única!) exposição à roda das cores e ao conceito de arte, graças às brincadeiras infantis com lápis de cor, de cera e marcadores. Aprender a distinguir as diferentes cores bem cedo é meio caminho andado para perceber as suas várias e corretas aplicações, bem como possíveis misturas entre cores primárias e secundárias, mais tarde.
Uma forma de terapia:
O simples ato de colorir pode ser terapêutico para muitas crianças e é uma atividade utilizada em muitos hospitais, centros de aprendizagem e instituições para possibilitar o “descarregar” de emoções, sentimentos e frustrações. Uma criança zangada pode perfeitamente pintar o seu desenho de uma árvore toda preta, a tal ponto que a própria figura deixe de ser visível. De outra perspectiva, uma criança organizada, que gosta das coisas à sua maneira, pode colorir o seu desenho meticulosamente, sem ultrapassar qualquer linha do mesmo. Independentemente da forma como vai colorir ou desenhar, esta é uma excelente forma de acalmar as crianças.
Aprender a segurar e a controlar:
Um lápis de cera é, para muitas crianças, o primeiro objeto que aprendem a segurar, para o poderem controlar. Dominar um lápis de cera é a rampa de lançamento para conseguirem dominar as restantes ferramentas de colorir – lápis de cor, marcadores, pincéis – e, mais tarde, os de escrita – caneta e lápis. Quanto melhor desenvolvidas estiverem as suas capacidades de segurar e de controlar um lápis de cera, mais facilitada será a sua aprendizagem mais tarde, quando começarem a escrever.
Coordenar para pintar:
O desenvolvimento da coordenação olho-mão é outra grande lição que as crianças retiram das suas sessões de colorir. Desde segurar firmemente o lápis de cera, a reconhecer as cores que devem ser utilizadas, até ao ato de afiar os lápis, a verdade é que colorir desenhos implica uma enorme coordenação entre os olhos e as mãos. Quanto mais praticarem, mais desenvolverão esta aptidão tão básica para a vida.
Aperfeiçoamento das capacidades motoras:
Colorir é divertido, não é? Pois é! Mas também é muito mais do que isso – enquanto as crianças se entretêm a colorir, interagindo com marcadores, tintas, lápis de cor, de cera e papel, estão trabalhando e a fortalecendo os músculos das mãos. Colorir exige uma coordenação básica e um esforço conjunto entre os músculos dos braços e os das mãos que, uma vez desenvolvidos, permitirão às crianças executar atividades mais exigentes, mas com dificuldade mínima.
Concentração máxima:
As crianças que se dedicam a 100% à coloração dos seus desenhos fazem-no na perfeição: não há espaço que fique por preencher, nem linha que tenha sido cruzada! E isto porquê? O simples ato de colorir tem a capacidade de prender a atenção de uma criança, estimulando a sua concentração máxima, mesmo face a um ambiente barulhento como uma sala de aula ou a cozinha antes da hora de jantar. Com o passar do tempo, os seus níveis de concentração vão continuar melhorando.
Estabelecer limites:
Uma criança mais nova não saberá respeitar as linhas do seu desenho tão bem como uma criança mais velha que já faz um esforço enorme para colorir dentro das mesmas… mas depressa chega lá! E ainda bem! Reconhecer e respeitar estes limites (mesmo que sejam os de um desenho!) é uma excelente experiência e método de aprendizagem para aquilo que se segue: escrever letras e números nas linhas de um caderno!
Missão cumprida!
A satisfação e o sorriso no rosto de qualquer criança que consegue colorir um desenho inteiro dentro das linhas, é uma vitória muito importante para os artistas de palmo e meio! O sentido de cumprimento, de que tudo é possível, é fundamental para as crianças porque dá-lhes motivos para se sentirem orgulhosos, capazes, confiantes e, claro, para ser congratulado pela sua comunidade mais imediata. Para além disso, é um sentimento de “missão cumprida” que dificilmente esquecerão.

Fonte: Fonte: http://colorirdesenhos.com/

Ajudando o aluno a superar dificuldades.


Para ajudar seu aluno a superar alguma dificuldade de aprendizagem e aproveitar ao máximo seus pontos fortes, você precisa conhecê-lo em habilidades e limitações, e falar abertamente com ele sobre os problemas observados. Você deve procurar estratégias que venham ajudá-lo da melhor forma possível.
Segue aqui algumas providências indispensáveis:
Note seus esforços e elogie-os.
Demonstre seu orgulho quando ele é bem-sucedido, por menor que seja o empreendimento. Ajude-o a valorizar a persistência e a obter uma sensação de domínio sobre seu ambiente, instituindo metas objetivas que ele seja capaz de alcançar.
Nunca demonstre desapontamento pelas limitações de seu aluno.
Não espere mais do que ele possa dar. Não interfira quando ele estiver tentando fazer algo por si mesmo, senão ele poderá sentir que não é competente para fazê-lo.
Ajude-o a desenvolver habilidades de linguagem.
Habilidades verbais são uma frequente fonte de problemas para uma criança que tem dificuldade de aprendizagem. Para melhorar sua linguagem, fale frequentemente com ele, encoraje-o a falar, responda diretamente ao que ele estiver dizendo e aumente seu vocabulário com palavras que descrevam suas atividades. Enquanto estiver trabalhando para melhorar a comunicação de seu aluno, aceite pantomimas e expressões gestuais como uma forma válida de linguagem. Quando estiver dando instruções a seu aluno, fale claramente, seja preciso e repita-as quantas vezes forem necessárias. Você pode também fazê-lo repetir instruções importantes, para certificar-se de que ele entendeu o que você está dizendo e pode memorizá-las.
Discipline-o apropriadamente.
Disciplina é um problema especial no caso de algumas crianças com necessidades especiais de aprender, porque os professores têm de distinguir entre um comportamento deliberadamente desobediente e o comportamento que a criança não consegue mudar. Nunca puna seu aluno por coisas que estão fora de seu controle. Do mesmo modo, não permita que ele tire vantagem de você. Uma disciplina regular e apropriada é importante para todas as crianças.
Use as habilidades que seu aluno desenvolveu numa área para melhorar suas habilidades em outras.
Caso ele goste mais de passear entre as árvores do que de estudar, combine um passeio ao ar livre que possibilite uma lição sobre plantas e animais. Aumente suas habilidade de leitura selecionando livros sobre assuntos que interessam a ele.
Eleve sua auto-estima.
Estimular a auto-estima de uma criança enfatizando seus pontos fortes é crucial. Imagine que seu aluno está tendo problemas em ciências, por exemplo, ajude-o, mas não o force implacavelmente a aprender a matéria.
Estabeleça rotinas.
Pelo fato de terem razões para não confiar em seus próprios julgamentos, as crianças com dificuldade de aprendizagem, sentem-se mais à vontade em situações estáveis e previsíveis, podendo tornarem-se extremamente perturbadas quando as rotinas são quebradas. Sempre que possível, mantenha as rotinas habituais e assegure-se de que seu aluno saiba o que se espera dele. Tendo dificuldade de aprender ou não, a criança que consegue encarar contrariedades sem dificuldades, ao invés de vê-las como reflexo de seu valor como indivíduo, está preparada para enfrentar as frustrações, os desafios e as oportunidades da vida. Ajudando a criança a aceitar e compensar suas dificuldades de aprendizagem, o professor pode desempenhar um papel muito importante ao longo do processo de construção do conhecimento.

Fonte: www.construirnoticias.com.br

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Elementos do dia-a-dia, como receitas culinárias e contos infantis, também ajudam na alfabetização de uma criança.


Você sabia que os pais também podem ajudar na alfabetização de seus filhos?
Isso mesmo!
Mas não se preocupe, pois não se trata de ter de ensinar formalmente a criança a ler e a escrever, função esta do professor.
Você pode, isso sim, tornar o ambiente de convivência da criança repleto de atos de leitura e escrita, de forma a inseri-la desde cedo no mundo das letras.
Em suma, deixar o ambiente doméstico mais alfabetizador.
“Isso acontece quando, por exemplo, a mãe deixa bilhetinhos na porta da geladeira, apontando a finalidade do ato para a criança: ‘vamos deixar esse recadinho para o papai avisando-o que iremos nos atrasar para o jantar’.
Ou quando, antes de começar um novo jogo (de tabuleiro, por exemplo), ela propõe ao filho que eles leiam as regras juntos”.

Quando a criança é inserida nessas atividades rotineiras, ela acaba percebendo a função real da escrita e da leitura, e como elas são importantes para a nossa vida. E, dada sua curiosidade nata, ela vai querer participar cada vez mais e buscar o conhecimento dos pais.
A criança que cresce em constante contato com a leitura e a escrita acaba se apropriando da língua escrita de maneira mais autoral e adquirindo experiências que vão fazer a diferença na hora de ela aprender a ler e a escrever efetivamente.
“Isso explica o fato de, numa mesma sala de 1º ano, professores se depararem com algumas crianças praticamente alfabetizadas e outras que sequer entendem a função do bilhetinho na porta da geladeira ou que a linguagem escrita se relaciona com a oral, porque viveram experiências muito discrepantes em casa”.
Leia abaixo as 11 maneiras de deixar o ambiente de sua casa mais alfabetizador, ajudando seu filho a passar com tranquilidade pela alfabetização o que, aliás, é fundamental para ele ter sucesso nas etapas futuras do aprendizado e do conhecimento.
1) Deixar bilhetinhos ou escrever cartas.
2) Preparar receitas culinárias na presença da criança.
3) Ler histórias.
4) Ser um modelo de leitor.
5) Explorar rótulos de embalagens.
6) Fazer lista de compras com seu filho.
7) Aproveitar as situações da rua.
8) Fazer convites de aniversário com a criança.
9) Apontar outros materiais escritos.
10)Respeitar o ritmo da criança.

ENTENDER crianças que falam “errado” É CERTO?


Pode parecer engraçado para alguns ou para a maioria dos pais, quando a criança fala “buza” no lugar de blusa, “achim” no lugar de assim. Essa linguagem é prejudicial ao desenvolvimento da criança, atrapalhando significativamente o aprendizado e até a alfabetização.
Muitas vezes nos dirigimos às crianças usando termos infantilizados e essa maneira aparentemente carinhosa de falar com elas, pode e muito atrapalhar a aquisição e o desenvolvimento adequado da fala.
Desta forma desacreditamos do potencial e capacidade de cada criança falar corretamente.
Falar infantilizado e errado com a criança, fará com que ela aprenda e assimile a língua de forma inadequada. Também falar omitindo (letras), ou distorcendo palavras como: tete (mamadeira), peta (chupeta), papá (almoço/jantar), naná (dormir), etc., atrapalha e reforça o erro, provocando muitas vezes distúrbios de fala.
Tal distúrbio deve ser levado à sério, pois leva a outras alterações como por exemplo: a criança deslocar as trocas na fala para a linguagem escrita durante a alfabetização.Tendo consequências na interação social, uma vez que a criança poderá se sentir envergonhada diante de colegas ou pessoas que não a compreenda falando “errado”.
Geralmente tais crianças se tornam retraídas, evitando situações onde tenham que falar.
Até aproximadamente 4 anos é aceitável algumas trocas, uma vez que a criança está adquirindo vocabulário, porém a persistência destas alterações devem ser cuidadosamente avaliadas pelo profissional competente, no caso, o Fonoaudiólogo, para determinar a necessidade de Fonoterapia ou somente orientação aos pais.
Não somente a maneira como se fala com a criança pode trazer alterações na fala, mas inúmeras causas podem refletir no processo de desenvolvimento como: problemas neurológicos, perdas auditivas (surdez), pais adivinhos que “sabem tudo o que o filho quer”, impedindo a criança de exercitar a fala ao solicitar-lhes alguma coisa.
Além destas causas também levamos em conta a questão de qual é o desejo inconsciente da família em que essa criança fale adequadamente e tenha o seu próprio desejo como indivíduo falante e saia do lugar de objeto do desejo de muitos pais/mães.
Esse desejo inconsciente só se tornará consciente quando falado e implicado pelos pais, que ao se darem conta de qual é o lugar que a criança ocupa na família, o sintoma desaparece..
A abordagem Psicanalítica é que possibilita o profissional trabalhar com o indivíduo em um tempo menor de tratamento, pois somente com a visão organicista a criança poderá deslocar os sintomas ou permanecer com eles, sem que haja cura e muitas vezes passando por vários profissionais sem resultados satisfatórios.
Prevenindo-se os distúrbios da fala evita-se que se instale disturbio na leitura e na escrita.

GEDALVA G. O. TONELLI - Fonoaudióloga/Psicanalista - CRFª 6628

Chupeta: Quando parar de usar?


O uso prolongado da chupeta pode acarretar problemas nas arcadas dentárias das crianças, além de provocar uma respiração pela boca e alterar a musculatura facial da mastigação, dificultando a alimentação correta.
Levando-se em consideração esses fatores é importante o conhecimento da idade ideal para a retirada desse mau hábito. Considerando as várias fases de crescimento e desenvolvimento, teremos três idades limites para a criança parar de sugar a chupeta .
1º Idade:
Funcional- para preservar as funções bucais musculares, principalmente a respiração e a mastigação, a chupeta deveria ser retirada assim que nascessem os primeiros dentes. Este é um sinal orgânico inclusive para a parada da amamentação e o início da introdução de uma dieta pastosa.
Retirar a chupeta antes de um ano de idade é o ideal para a manutenção da funcionalidade ideal da boca e da face.
2º Idade:
Da forma- para preservar a forma dos arcos dentários o ideal seria a retirada da chupeta até os três anos de idade. Nesta fase, mesmo já existindo alguma alteração da forma dos arcos, a plasticidade óssea e da posição dos dentes, permite que eles retornem à posição normal sem maiores danos.
3º Idade:
Da emoção- esta fase é definida pela maturidade emocional da criança e como os familiares reagem perante ao mau hábito.
O ato de sugar, desde a amamentação, traz conforto e bem estar, só que deve ser substituído pelo bem-estar de comer e principalmente o bem-estar emocional. Portanto todas as ações devem ser guiadas pelo bom senso cercadas de muito carinho e compreensão.
A retirada da chupeta nunca pode ser acompanhada por um momento de frustração e/ou desconforto físico e emocional. Deve ser feito gradativamente com o apoio da mãe e dos familiares. Eles devem conversar muito com a criança sobre os benefícios em sanar o ato e evitar falar sobre os danos.
Qualquer tipo de ação, como castigo e ou palmadas, não é a solução ideal. Melhor seria fazer com que a criança desenvolvesse o seu “querer largar a chupeta”, com muito carinho e explicações.
Ações como “dar a chupeta para o Papai Noel” podem ter sucesso quando bem trabalhada com a família.
Cabe ressaltar que a chupeta traz grandes interferências no desenvolvimento e crescimento facial e algumas vezes no desenvolvimento emocional, sendo a melhor prevenção à amamentação natural.

10 dicas para auxiliar os pais no uso da tecnologia.


1. Controle o tempo de uso. Pode parecer uma atitude radical, mas não tem outro jeito. A criança, a partir dos 2 anos, deve passar no máximo duas horas por dia se entretendo com eles.
2. Transforme-os em uma atividade da família: se for assistir a um filme, escolham juntos o título, por exemplo, ou desafie seu filho naquele game que você não dá muito vexame.
3. Fique atento à faixa etária indicada para o programa a que seu filho está assistindo. Tanto a que as próprias emissoras indicam quanto a que seu bom senso avalia.
4. Ajude seu filho a escolher programas de TV interessantes, que podem ensinar e incentivar a curiosidade. Tem muitos deles à disposição, especialmente os dos canais a cabo.
5. Use o computador como uma forma de a garotada falar com os avós, primos, trocar fotos, vídeos. Aprender a usar todas as formas de comunicação é um prazer.
6. A internet pode ajudar seu filho a ir além da escola. Incentive-o a fazer pesquisas sobre o animal preferido, o personagem de que mais gosta, um país que queira conhecer etc.
7. Escolha um software que filtre os sites a que seu filho tem acesso. Assim você não fica preocupado quando ele estiver pesquisando.
8. Bebês também podem aproveitar o computador. Há vários títulos de CD-ROM e softwares bem simples para colorir e mover imagens. Eles se divertem e exercitam a coordenação motora.
9. Não tem problema se você recorrer à televisão de vez em quando para entreter as crianças enquanto está ocupada. A questão, novamente, é a qualidade e o tempo.
10. Regra mais importante: o excesso de tempo à frente desses aparelhos é o principal empecilho para aproveitar o que eles têm de melhor para seu filho.

Pensamento para o Dia 11/07/2010...


Mas vale para outros dias também...

“De todas as profissões, a profissão de professor é a que deve mais cuidadosamente aderir ao ideal da verdade.
Quando os professores se afastam da verdade, a sociedade encontra o desastre. Milhares de crianças, desconhecendo os caminhos do mundo, passam por suas mãos.
O impacto de seus ensinamentos e de sua personalidade será grande e duradouro.
Portanto, o professor deve estar livre de maus hábitos, pois as crianças automaticamente adotam os hábitos e costumes dos mais velhos.
Esse é um perigo sempre presente.
Quando a má influência é dirigida a milhares de pessoas que recebem o impacto, a sociedade torna-se poluída.”


Sathya Sai Baba