quarta-feira, 31 de março de 2010

Tarde de Páscoa e Surpresas!!!

Querida Criança!!!

Que a tua Páscoa seja puro sabor de chocolate e a Paz esteja em teu lar.
Feliz Páscoa!!!
Com amor, Tia Sú.









domingo, 28 de março de 2010

A importância dos LIMITES:


Crianças precisam de controle, mesmo que não concordem com isto.
A criança, quando começa a movimentar-se sozinha, precisa de liberdade para explorar o ambiente ao seu redor, como abrir gavetas e tirar todo o seu conteúdo para fora, mas não para colocar os dedos em uma tomada elétrica ou tocar em um fogão quente.
Quando começa a caminhar e a correr é importante que os espaços lhe sejam franqueados para brincar ao ar livre, mas não pode atravessar uma rua sozinha. A liberdade é vinculada a limites e não há como separá-los.
E a criança precisa aprender o conceito de que nem sempre se pode fazer tudo o que se deseja.
A criança precisa de liberdade, mas também necessita e busca em seus pais a resposta para a pergunta: até onde posso ir?
Ao testar os pais, a criança está emitindo uma mensagem muito clara: está dizendo que precisa de ajuda para descobrir o que pode e o que não pode fazer e a atitude dos pais será de extrema importância neste aprendizado.
Impedir a independência progressiva da criança, tolhendo-lhe a liberdade, é impedir que ela se transforme numa pessoa consciente, autonoma e com personalidade.
Mas é preciso reconhecer que a disciplina é uma pré-condição para a vida, inclusive para as atividades de lazer (imagine-se um jogo de futebol praticado por prazer nos finais de semana sem nenhuma regra, seria na verdade uma grande e desagradável confusão).
Pode não ser fácil, mas é indispensável encontrar o ponto de equilíbrio entre o limite e a liberdade para que os pais possam contribuir na formação de seus filhos. Inclusive, a ausência de regras e limites será interpretada pelos filhos como falta de atenção, descuido e abandono.
Pode até ser difícil estabelecer limites, pois exigem paciência, persistência, afeto e dedicação.
Mas não é possível educar filhos sem eles.


Fonte: http://montardo-ap.blogspot.com
Jorge Montardo
Médico Pediatra /Mestre em Educação

Os significados de estabelecer LIMITES:


Quando os adultos estabelecem regras e limites estão transmitindo às crianças alguns significados importantes, entre eles:
1) Ensinar que todos os indivíduos têm direitos e deveres.
2) Facilitar a compreensão de que os direitos de um acabam onde começam os direitos do outro. Quem não respeita esta regra geralmente são pessoas desagradáveis, inconvenientes, desajustadas, que não sabem se comportar em situações como em filas ou no trânsito.
3) Deixar claro que muitas vezes é necessário dizer e ouvir um “não” e que vamos ouvir esta palavra muitas vezes em nossas vidas (na escola, no trabalho, etc.).
4) Que podemos fazer muitas coisas, mas não todas.
5) Que é necessário tolerar a aprender a conviver com pequenas frustrações, pois elas fazem parte de nossas vidas.
6) Ensinar que muitas vezes é necessário adiar uma satisfação e que temos de esperar os momentos mais adequados para determinadas atividades, evitando o imediatismo.
7) Perceber a diferença entre necessidade e desejo (o calçado é necessário, o tênis que custa mais que salário mínimo é desejo).
8) Aprender a conviver com as diferenças sócio-econômicas típicas de nossa sociedade e que isto se reflete em diversos aspectos de nossas vidas, como padrões de consumo, por exemplo.

Os limites ensinam a criança a ter comportamentos adequados, a se proteger contra situações de risco e a respeitar os demais.
Colocar limites é, portanto, um investimento. Sem eles estaremos criando filhos difíceis, alunos problemáticos e adultos desajustados socialmente.
As crianças precisam de limites, embora sistematicamente os contestem, o que é absolutamente normal e esperado.

Fonte: http://montardo-ap.blogspot.com
Jorge Montardo
Médico Pediatra /Mestre em Educação

Como estabelecer LIMITES???


Estabelecer limites não precisa ser tão complicado como muitos imaginam. É claro que não existem receitas únicas, padronizadas, pois as características familiares e individuais (tanto dos pais como dos filhos) são importantes para definir as escolhas e decisões a serem tomadas. Mas algumas orientações básicas são úteis para a maioria dos pais.
Alguns aspectos que precisam estar claros ao estabelecer limites:
a) Reconhecer que dificuldades não são por culpa dos filhos (contestar os limites é uma atitude normal em crianças e adolescentes).
b) Ter muita paciência, persistência e dedicação. É preciso ser mais persistente que a criança.
c) Ter afeto e amor incondicional, mesmo nas horas mais difíceis.
d) Reconhecer que educar é um processo longo, repetitivo e cujos resultados não são imediatos.
e) Reconhecer as próprias limitações (os erros, o fato de algumas vezes estar cansado e que é normal perder a calma em algumas situações).
f) Combater o sentimento de culpa por não atender a todos os desejos dos filhos.
E algumas regras básicas são as seguintes:
1) Agir de acordo com a idade da criança: é preciso conhecer a sua fase do desenvolvimento e sua capacidade cognitiva para transmitir informações, regras e limites. É necessário reconhecer a capacidade do filho em entender as regras e as conseqüências do não cumprimento das mesmas e ter expectativas coerentes e de acordo com a idade e características individuais da criança. Não exigir nem demais nem de menos.
2) Iniciar o mais cedo possível, antes de um ano de idade, quando a criança começa a perceber o significado de certas palavras, inclusive o “não”.
3) Manter a coerência entre os pais e demais familiares. A dificuldade é grande quando pai corrige e a mãe perdoa (ou vice-versa). Um não pode desautorizar o outro. E os demais familiares (como tios ou avós) não devem interferir nas decisões e atitudes dos pais. Os pais saberão que estão agindo certos quando os filhos disserem: “isto não é justo, vocês dois estão contra mim!”.
4) Dar o exemplo é a melhor forma de educar (melhor do que dar conselhos). Nas pequenas atitudes do dia a dia, como em filas, ao manifestar respeito às demais pessoas, ao exercer comportamento ético e honesto é possível mostrar às crianças quais comportamentos são corretos e quais são inadequados ou inaceitáveis.
5) As regras devem ser claras, definidas e estáveis. Estabelecer de forma clara o que pode e o que não pode. Não dá para ficar mudando as regras com freqüência, pois isto confunde a criança em seu aprendizado. Não é possível mudar de atitude como quem muda de roupa. E as regras devem ser estabelecidas pensando na adequada educação da criança e não apenas no benefício dos pais.
6) É preciso ser persistente (mais do que as crianças). Se a criança insistir mil vezes em fazer algo errado, é preciso corrigi-la mil e uma vezes.
7) Cumprir o que foi dito. Se houve a ameaça de que o filho ficaria sem assistir TV se não fizesse os temas, é preciso cumprir a penalidade se a criança realmente não fez os temas. Sem voltar atrás ou “perdoar, ficar com peninha”. Os pais precisam ser claros, firmes, determinados, confiantes e tranqüilos. Não dá para ficar com pena porque a criança chorou ou ficou triste se você estiver confiante de que tomou a atitude correta.
8) Criticar o ato cometido em si e não o indivíduo ou sua personalidade. Deve-se reclamar que o quarto está bagunçado, mas não é necessário dizer que o filho é relaxado ou bagunceiro. Quando ele briga não dizer que é mau, se não estuda que é preguiçoso. Deve-se ressaltar o comportamento em si e não utilizar rótulos. Criticar e corrigir o gesto ou atitude, não a criança. Frases do tipo “você é” (egoísta, impossível, não tem jeito) qualificam a criança e não a sua atitude. E ela com certeza não merecem estes “carimbos ou rótulos”.
9) E também, muito importante, lembrar que elogiar os bons comportamentos é fundamental, pois geralmente o mais comum é reclamarmos quando os filhos fazem coisas erradas. Lembrar que premiar não é dar coisas materiais, mas sim elogiar e demonstrar afeto. Não economizar elogios (um elogio vale muito mais que várias críticas). Os "prêmios" são imprescindíveis na socialização da criança, principalmente o sorriso de aprovação, o elogio verbal, o gesto afetuoso de um adulto querido. No entanto, a criança deverá se comportar de determinada forma, conscientemente, por opção e não para conquistar determinado prêmio.
Fonte: http://montardo-ap.blogspot.com

Eles confundem 'P' com 'B'!!!


Especialistas garantem que é comum trocar as letras no processo de alfabetização.
A confusão é normal e desaparece à medida que a criança escreve mais.
Ler e escrever, depois que a gente aprende, vira um processo quase automático. Mal paramos para observar quantas curvas e retas formam as letras de uma palavra. Na infância, porém, esse conhecimento ainda está em construção. Lá, aprendemos a direção da escrita e a grafia de cada letra. “Nessa fase, é comum algumas crianças confundirem o sentido da escrita, começando a partir da direita, ou trocar letras como P e D”, explica Regina Scarpa, consultora da Fundação Victor Civita. “Em geral, isso se corrige sem maiores problemas.”

Não diga que está errado.
Para resolver a questão, o ideal é conversar com a criança sobre as trocas. Rosemeire recomenda nunca dizer que a criança está errada. “Prefira chamar a atenção de outra maneira. Sugira que ela compare o que escreveu com o que foi escrito pelo professor ou por um colega. Pedir que ela leia o que escreveu nem sempre funciona, porque, naquele momento, ela enxerga a letra espelhada como se fosse a correta. Essa comparação visual é mais eficiente”, explica.

Número 3 ou letra E?
Essa confusão é normal e passageira – e desaparece à medida que a criança escreve mais. “É muito normal encontrar alunos que espelham letras e números. Geralmente, fazem confusão com números (espelhando 9, 6 e até o 2) e se atrapalham com letras e números, como E e 3”, diz Rosemeire Mendonça, coordenadora da Educação Infantil do Colégio Piaget, de São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo.

E... se não passar?
Se, depois de alfabetizada, a criança seguir escrevendo letras espelhadas, aí sim os pais devem ficar mais atentos e consultar uma psicopedagoga, para checar se há algum problema de aprendizagem.

Fonte: http://educarparacrescer.abril.com.br/

Cuidado com os dentes.


Quando ensinado desde cedo, o hábito de higiene bucal é melhor assimilado.
Nunca é cedo demais para ensinar as crianças a dar uma atenção especial aos dentes, cultivando o hábito de cuidá-los diariamente. É possível criar uma rotina de escovação para desenvolver atitudes e habilidades para o auto-cuidado com a boca e com os dentes. Sem dúvida, é durante a infância que fixamos estes pequenos processos que nos acompanharão pela vida inteira.
Dentes bem cuidados são importantes para a saúde do corpo em geral, eles garantem uma boa mastigação e, portanto, um melhor aproveitamento dos alimentos em nosso organismo. Mesmo os dentes de leite (ou temporários) têm sua importância e não devem ser esquecidos.
Os dentes de leite são 20: dez em cada arcada e precisam ser tratados por vários motivos:
Os dentes permanentes vão se formando por baixo dos temporários e, durante o processo de mudança, os dentes de leite são responsáveis pela mastigação e pela articulação.
Para garantir uma mastigação saudável até que sejam substituídos pelos permanentes. É importante destacar que a digestão se inicia pela boca e, para que os alimentos sejam bem aproveitados, a mastigação é determinante para a melhor absorção de vitaminas, sais minerais e outros nutrientes.
Os dentes de leite doem quando apresentam cáries e, muitas vezes, são responsáveis pelas irritações inexplicáveis das crianças.
Os dentes de leite guardam espaço para os seus correspondentes permanentes. A perda prematura desses dentes pode gerar problemas ortodônticos, estéticos e prejudicar a saúde e o desenvolvimento da criança.
Os bons hábitos alimentares e de higiene são fundamentais para ter dentes fortes e bonitos. Seguem alguns conselhos aos pais:
Acompanhe a escovação, principalmente a das crianças que ainda não têm coordenação motora para fazer a higiene bucal adequadamente.
Supervisione a dieta alimentar da criança. Ofereça alimentos ricos em nutrientes e fibras e diminua a oferta de doces e guloseimas.
Incentive a criança a frequentar o dentista periodicamente: de seis em seis meses.
Uma escovação bem feita e uma alimentação saudável mantêm a criança longe das cáries e das doenças bucais e possibilitam uma infância e uma vida mais feliz.

Fonte: http://educarparacrescer.abril.com.br/

11 maneiras de ajudar na alfabetização do seu filho:


Você sabia que os pais também podem ajudar na alfabetização de seus filhos?
Isso mesmo! Mas não se preocupe, pois não se trata de ter de ensinar formalmente a criança a ler e a escrever, função esta do professor.
Você pode, isso sim, tornar o ambiente de convivência da criança repleto de atos de leitura e escrita, de forma a inseri-la desde cedo no mundo das letras.
Em suma, deixar o ambiente doméstico mais alfabetizador. “Isso acontece quando, por exemplo, a mãe deixa bilhetinhos na porta da geladeira, apontando a finalidade do ato para a criança: ‘vamos deixar esse recadinho para o papai avisando-o que iremos nos atrasar para o jantar’. Ou quando, antes de começar um novo jogo (de tabuleiro, por exemplo), ela propõe ao filho que eles leiam as regras juntos”, exemplifica a educadora Cida Sarraf, que leciona no curso de pedagogia do Centro Universitário Salesiano e da Faculdade Mozarteum, ambos em São Paulo.
Maria Claudia Sondahl Rebellato, assessora pedagógica na produção de material didático em Curitiba-PR, acredita que, quando a criança é inserida nessas atividades rotineiras, ela acaba percebendo a função real da escrita e da leitura, e como elas são importantes para a nossa vida. E, dada sua curiosidade nata, ela vai querer participar cada vez mais e buscar o conhecimento dos pais.
A criança que cresce em constante contato com a leitura e a escrita acaba se apropriando da língua escrita de maneira mais autoral e adquirindo experiências que vão fazer a diferença na hora de ela aprender a ler e a escrever efetivamente. “Isso explica o fato de, numa mesma sala de 1º ano, professores se depararem com algumas crianças praticamente alfabetizadas e outras que sequer entendem a função do bilhetinho na porta da geladeira ou que a linguagem escrita se relaciona com a oral, porque viveram experiências muito discrepantes em casa”, argumenta Cida Sarraf.
Leia abaixo as 11 maneiras de deixar o ambiente de sua casa mais alfabetizador, ajudando seu filho a passar com tranquilidade pela alfabetização o que, aliás, é fundamental para ele ter sucesso nas etapas futuras do aprendizado e do conhecimento, e as reportagens relacionadas:
1. Deixar bilhetes ou escrever cartas.
2. Preparar receitas culinárias na presença da criança.
3. Ler histórias.
4. Ser um modelo de leitor.
5. Explorar rótulos de embalagens.
6. Fazer listas de compras com seu filho.
7. Aproveitar as situações da rua.
8. Fazer os convites de aniversário com a criança.
9. Montar uma agenda telefônica.
10. Apontar outros materiais escritos.
11. Respeitar o ritmo da criança.

Fonte: http://educarparacrescer.abril.com.br