quarta-feira, 2 de junho de 2010

SODIS - Solução Solar.


Pegue uma garrafa descartada.
Tire o rótulo e encha com qualquer água não muito suja.
Coloque a garrafa cheia em cima de uma placa de metal sob sol forte.
Em seis horas, a radiação ultravioleta (UVA/UVB) vai matar os vírus, as bactérias e os parasitas na água, tornando-a própria para consumo humano. Lançado na Suíça, esse método de desinfecção de água, conhecido pela sigla SODIS, é usado em todo o mundo para garantir água potável a quatro milhões de pessoas. É um processo simples, grátis e eficaz.
Em 2006 na Escola Primária Ndolea, na Tanzânia, começou a usar o SODIS para desinfectar a água de torneiras contaminadas, colocando-as no telhado de metal do prédio.
Em consequência, as faltas por diarréia foram reduzidas, e as notas melhoraram. Segundo a diretora, “antes de iniciarmos o programa, apenas de 10% a 15% das crianças passavam nos exames nacionais do sexto ano. Agora, entre 90% e 95% dos alunos são aprovados”.

DICAS
Em vez de vidro, use garrafas PET transparentes. Estudos mostram que a água aquecida nelas é mais adequada ao consumo.
Não mexa nas garrafas enquanto estão sob o sol.
Mantenha a água na garrafa para que não volte a se contaminar.

Dom Pedrito, junho de 2010 – Semana do Meio Ambiente
Professor Joel Dimas e 1º ano Ensino Médio.

A turma do 1ºano conheceu e aprendeu como usar o SODIS:

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Alfabetização e Letramento.


A possibilidade de comunicação via textos é mais do que a capacidade de leitura de símbolos linguísticos numa página. O que um texto simplemente diz e o que comunica socialmente podem ser realidades e ideias completamente distintas. O intercâmbio real entre um autor e um leitor é baseado num passado social e cultural partilhado. Ler um texto e interpretá-lo são duas realidades e experiências diferentes. Saber "ler" não significa "saber ler." Sem a interpretação contextualizada no tempo e espaço, a comunicação ocorre somente num nível superficial, se de todo. A menos que o termo e conceito de alfabetização venham a ser alargados para se referir também a um tipo de alfabetização cultural e social.

Não se pretende com este argumento menosprezar a função da alfabetização ao seu nível mais básico e vital ­ o processo de aprendizagem do código linguístico. No entanto, importa reafirmar que até mesmo no processo de aquisição da língua escrita o contexto da aprendizagem deve sempre visar ao que há de social em toda a linguagem humana, ou seja, o processo de comunicação de algo a alguém. O código linguístico não é um fim em sim mesmo, mas o meio através do qual, de forma socialmente adaptada, comunicamos efetivamente e dessa forma nos tornamos membros ou mantemos a nossa afiliação literata nas comunidades de que fazemos ou queremos fazer parte.

O desafio dos educadores em face do ensino da língua é Alfabetizar Letrando. Mas, como?

Quando os alunos sentem que têm o respeito e atenção do professor e que o objetivo do professor é o de os ajudar, muitos respondem de forma positiva. Segundo Cummins (1989), a interação estabelecida na aula entre alunos e professores e entre os alunos em si é vital para o desenvolvimento da literacia desses mesmos alunos. Algumas das suas sugestões incluem:
diálogo genuíno entre o professor e o aluno tanto oralmente como através da escrita;
orientação e apoio;
colaboração através do diálogo entre os alunos;
uso significativo da língua escrita em vez de atenção às estruturas superficiais da comunicação escrita;
aspectos do desenvolvimento linguístico integrados em todo o conteúdo curricular;
ênfase dada às habilidades de análise e resolução de problemas;
apresentação de tarefas de forma a engendrar motivação intrínseca nos alunos.
Essa forma de pensar e estruturar a sala de aula e as relações nela existentes cria, de certa forma, um sistema modelo através do qual os alunos podem explorar outras relações sociais alargadas na sua experiência presente e futura.

Fonte: As afirmações são baseadas no livro de Lia Scholze "Teorias e práticas de letramento".

O professor de nossos filhos.


Computadores? Televisão? CD-ROM? Internet? Tudo isso pode ser útil (ou inútil, conforme o uso). Mas a essência do aprendizado tem a ver com o professor, aquele que administra, estimula, enriquece e dá vida a uma série de processos que levam o aluno a aprender. Bernardo Toro me ajuda a responder: que professor gostaria de ter para meus filhos?

O processo escolar requer que se desenvolvam simultaneamente dois traços contraditórios: disciplina. pessoal e curiosidade. Parte do que se aprende na escola é disciplina e curiosidade. Parte do que se aprende na escola é disciplina de trabalho, isto é, o hábito de fazer o que precisa ser feito - apesar de faltar vontade, sobrar desconforto e haver a atração de coisas mais interessantes. Mas, ao forçar esses hábitos pessoais, a escola pode matar a curiosidade espontânea do aluno, seu instinto de explorar o mundo que o cerca, de fazer perguntas só porque não sabe a resposta. Se isso acontecer. perde-se algo valiosíssimo. Mas curiosidade sem disciplina não leva a parte alguma. Ao professor, a mágica de orientar o aluno nas duas direções: disciplina pessoal e curiosidade.

Como se dá essa mágica?

O bom professor:

Tem um conceito positivo de si mesmo e de seu trabalho. Ele faz o que gosta, gosta do que faz e se sente realizado porque é professor.
Busca as possibilidades de fazer boas coisas diante da adversidade, em vez de procurar as excelentes razões para se desculpar por não havê-las feito. Não se contamina pelo pessimismo dos outros. Em vez disso, ele cria uma ilha de otimismo em torno de si.
Sabe mostrar ao aluno a beleza e o poder das idéias. Isso foi dito por Alfred North Whitehead e não dá para dizer melhor.
Tem sempre expectativas positivas acerca de seus alunos. Já foi demonstrado que os alunos fracassam quando o professor acha que vão fracassar. Portanto, não os culpe pelo fracasso, pois só atrapalha.
Nunca ridiculariza seus alunos. Aliviar o mau humor, mas à custa de maltratar a auto-estima do aluno, é péssima idéia.
Consegue que seus alunos participem ativamente da aula. Educação não se despeja goela abaixo. Aprender é um processo ativo, em que o aluno trabalha (intelectualmente) tanto quanto o professor.
Dialoga com os colegas e pede conselhos quando tem problemas com os alunos. Ser professor é aprender constantemente, com os alunos e com os colegas que já viveram situações semelhantes.
Entende que a indisciplina começa quando o aluno para de aprender. "Cabeça vazia, oficina do diabo".
Não vê os pais como adversários temíveis, mas como aliados e parceiros.
O bom professor consegue que todos aprendam o que têm de aprender, que cada um aprenda quando está pronto para tal e que sejam felizes no aprender.
Mas, se os objetivos são esses a maneira de atingi-los varia tanto quanto a personalidade humana é variada. Só temo o professor "bonzinho", que tudo deixa, tudo entende e tudo perdoa.

Perfil impossível? O desafio é aproximar-se dele. Imperfeitos somos todos (quando penso nas minhas fúrias diante de alunos malandros ou burros, modero minhas expectativas para com os outros mestres).

Fonte: CASTRO, Claudio de Moura. O professor de nossos filhos. Veja, São Paulo: Abril, Ponto de Vista, p. 21, 14 jul. 1999.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Projeto: TRANSFORMAÇÃO com IMAGINAÇÃO!!!








Como fazer um fantoche de Caixa:

1) Lave a caixa de leite e recorte 1 lateral, 1 frente e 1 lateral.
2) Abra-a e dobre como se fosse fantoche, testando, colocando suas mãos na abertura.
3) Cole com uma fita crepe as abinhas e encape com papel pardo ou outro tipo de papel. E na parte interna, cole papel ou pinte de vermelho.
4)Faça olhinhos, narizinho e boquinha e cole-os.Cole o cabelinho ou pelinhos que pode ser lã ou papel crepom.
5) Você pode incrementar fazendo filhotinhos com caixinhas menores.E tudo mais que a sua imaginação mandar.

Reduzir, Reutilizar e Reciclar é primordial!!!!

domingo, 9 de maio de 2010

Meu Trabalho de ALFABETIZAÇÃO.



Meu trabalho envolve a proposta de ensino sócio-construtivista. As vantagens da concepção (não é um método) construtivista são muitas:
1- A alfabetização acontece respeitando individualidade de cada aluno e seu ritmo, trabalhando com os níveis de aquisição do processo da escrita, segundo a educadora Emília Ferreiro.
2- A alfabetização é um processo de construção, em que a criança constrói seu conhecimento a partir de reflexões e conflitos de suas hipóteses de escrita.
3- A alfabetização se desenvolve no contexto de e por meio de práticas sociais de leitura e de escrita. Através de vários portadores de textos, a criança entra em contato com a leitura e a escrita do mundo que nos cerca, mesmo ainda sem saber ler. É o processo de alfabetizar letrando.
O processo de alfabetização ocorre por meio das intervenções que faço junto aos alunos, levando-os a entrarem em conflito sobre suas hipóteses de escrita por meio das reflexões das mesmas e a avançarem no seu processo de ensino-aprendizagem.
Ele parte de uma sondagem, que realizo no início do ano e a cada bimestre, diagnosticando quais as hipóteses dos alunos sobre a escrita.
Em minhas aulas utilizo diversos tipos de textos como parlendas, trava-línguas, receitas, músicas, bilhetes, poemas, histórias... E muitos jogos.
A hora da leitura é rotina diária, onde eu leio para os alunos um livro, notícia, curiosidade etc. E na hora da leitura livre as crianças podem entrar em contato com diversos portadores de textos.
Na minha classe não faltam cartazes com listas de nomes dos alunos ou palavras significativas como lista de brinquedos, uma parlenda ou cantiga conhecida pelo aluno e outros. Assim a criança vai se apropriando do código lingüístico, mesmo sem ainda saber ler.
Acredito que o papel do alfabetizador é ser um mediador no processo ensino-aprendizagem de seus alunos. Conhecendo e respeitando os alunos, levando-os a construírem seus próprios conhecimentos.

Fonte:diariodaprofaglauce.blogspot.com

ATENÇÃO:


O Serviço de Orientação Escolar - SOE, coordenado pela Professora Naira Simone, juntamente com a Equipe Diretiva convidam para um encontro-palestra com a fonoaudióloga Simone Prates destinado aos pais da Educação Infantil e 1ºano do Ensino Fundamental.

Data: 19/maio/2010.
Horário: 17horas.
Local: Salão da Escola.

Compareça!!!

sexta-feira, 7 de maio de 2010

MÃE você é ESPECIAL!!!

Hoje eu acordei com uma vontade enorme de dizer
O quanto você é importante pra mim
Nunca alguém me olhou assim com tanta emoção
Quando ouço a sua voz
Escuto a mesma canção
Que você cantava quando eu chorava
Sem querer dormir
E com lágrimas você orava por mim
Palavras de amor, palavras de paz
São momentos que eu não esquecerei jamais.

Mãe eu preciso te falar de amor
Eu preciso te falar da minha gratidão
Receba esta canção, mãezinha
Quero dedicar este momento ao Senhor
E bendito aquele dia em que eu nasci de você
Louvado seja Deus porque você é minha mãe.

Quero te beijar
Quero te abraçar mamãe
Abra os braços e sorria
Quero te beijar
Quero te abraçar mamãe
Todo dia é seu dia!!